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Maria vivia na aldeia de Nazaré, era judia e descendente do grande rei David. Certo dia, Maria estava em casa dos seus pais quando foi visitada pelo Arcanjo Gabriel, este levava uma mensagem de Deus, Maria era a escolhida para ser mãe do Redentor. Maria ao receber esta mensagem, inclinou a cabeça e disse: "Faça-se em mim segundo a Tua palavra". Foi neste momento transcendental da aceitação de Maria que começou a nossa salvação. O papel de Maria em relação à Igreja é inseparável da sua união a Cristo e dela decorre directamente. «Esta associação de Maria com o Filho, na obra da salvação, manifesta-se desde a concepção virginal de Cristo até à sua morte»(LG 57). Mas é particularmente manifesta na hora da sua Paixão: « Assim avançou a Virgem pelo caminho da fé, mantendo-se fielmente a união com o seu Filho até à Cruz. Junto desta esteve, não sem desígnio de Deus, padecendo acerbadamente com o seu Filho único, e associando-se, com coração de mãe, ao seu sacrifício, consentindo com amor na imolação da vítima que d'Ela nascera; finalmente, Jesus Cristo, agonizante na Cruz, deu-a por Mãe ao seu discípulo, com estas palavras: "Mulher, eis aí o teu filho" (Jo 19, 26-27)» (LG 58). Terminado o curso da sua vida terrena, a santíssima Virgem Maria foi elevada em corpo e alma para a glória do Céu, onde participa já na glória da Ressurreição de seu Filho, antecipando a ressurreição de todos os membros do Seu Corpo. (Retirado do Catecismo da Igreja Católica) |