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Quero ter menina/o
 

"Sendo os espermatozóides com cromossomas Y (masculinos) de cabeça mais pequena e mais ágeis, somos levados a pensar que está ai uma causa do aumento de crianças do sexo masculino à nascença, em relação ao sexo feminino. Os espermatozóides femininos, ou seja aqueles que não possuem o  cromossoma Y apresentam uma cabeça maior e são menos ágeis. São porém, mais resistentes.Isso levou vários cientistas a supor que, em igualdade de circuntâncias, o comportamento dos espermatozóides é diferente:

- quando o muco, no auge do período fértil, ou seja, pouco antes da ovulação, se apresenta fluído, mais permeável, serão os espermatozóides masculinos (mais ágeis e de cabeça mais pequena) a transpor masi rapidamente as vias genitais e a encontrar-se masi depressa com o óvulo. Baseados nesta descoberta, os americanos David Morvik e Landrum B. Seatles - este, professor da Faculdade de Medicina de Columbia- apresentaram os resultados notáveis quanto ao determinismo do sexo: 22 casais que queriam uma rapariga e que realizaram o acto conjugal 2 ou 3 dias antes da ovulação, conseguiram 19 raparigas; 26 casais que queriam um rapaz e  realizaram o acto conjugal no dia da ovulação, 23 conseguiram o que desejavam. O Prof. Botella Llusiá (Archivos da Fac. Medicina de Madrid, vol. XII nº1), o Dr. Gabriele Bonomi (Revista La Copia nºs 3-4 de 1969) e os Drs. François e Michele Guy, de Grenoble, abonam consideravelmente estas conclusões.

Embora sujeitos, naturalmente, a causas de erro, têm os casais à disposição um meio para conseguirem um rapaz ou uma rapariga, praticando o acto conjugal nas ocasiões acima referidas."

Retirado do livro "A vida em casal" , 9ª Edição, de Aureliano Dias Gonçalves (Médico), Edição da Cidade do Imaculado Coração de Maria